Ferramentas, não papo

Utilidades pra quem anda de moto

Três coisas práticas: descobrir se a moto realmente compensa na sua rotina, conferir a moto antes de sair e saber em que ordem gastar com equipamento. Sem cadastro, sem preço, sem link pago.

Ferramenta 1 · A conta principal

Moto vale a pena?

Levei quatro horas por dia no transporte público até trocar por trinta e cinco minutos de moto. Essa conta é a mesma, com os seus números. Mexa nos campos e o resultado se ajusta sozinho.

De casa até o trabalho.

22 é o mês útil padrão.

O real, não o do catálogo.

O do posto que você abastece.

Se você faz baldeação, some tudo.

Contando a espera no ponto.

No horário ruim, não no domingo.

Combustível da moto
Transporte público
Economia por mês
Horas ganhas por mês

Preencha os campos acima para ver o resultado.

Honestidade antes de tudo: essa conta cobre só o combustível. Manutenção, pneu, óleo, relação, seguro, IPVA e depreciação da moto ficam de fora — e não são baratos. Trate o número como o teto da economia, nunca como o líquido no bolso.

Ferramenta 2 · Antes de dar partida

Checklist pré-rolê

Dois minutos parado que evitam duas horas no acostamento. Fica salvo neste aparelho, então dá pra fechar a página e voltar.

0 de 8

Bloco 3 · Ordem de compra

O que comprar primeiro

A ordem importa mais que a marca. Compre de cima pra baixo, um por vez, o melhor que couber no bolso naquele item — e só então passe pro próximo.

  • Capacete

    Não é negociável e não é onde se economiza. Certificado, do tamanho certo (aperta a bochecha, não a testa) e trocado depois de qualquer queda, mesmo parado. Se só der pra comprar uma coisa, é essa.

  • Luva

    A mão é o que toca o chão primeiro, sempre — é reflexo, não escolha. Luva também resolve frio, vento e o formigamento de mão dormente no trajeto longo. Barata perto do que evita.

  • Jaqueta com proteção

    Ombro, cotovelo e coluna são os pontos que o asfalto procura. Uma jaqueta com proteção nesses três lugares vale mais que uma cara e bonita sem nenhum. Ventilação boa importa: quem passa calor acaba andando sem ela.

  • Calçado que cubra o tornozelo

    Torção e queimadura de escapamento são as lesões mais bobas e mais comuns. Cano alto, sola firme e nada de cadarço solto perto da coroa. Bota de motociclista é o ideal; coturno é o começo aceitável.

  • Capa de chuva

    Essa não protege de queda: protege de chegar encharcado, de hipotermia em rodovia e de decidir voltar com pressa. Duas peças, com elástico no punho e no tornozelo, dobrada embaixo do banco antes de você precisar.